Começaria então por dizer que sou um fã insaciável dos directos. De reportagens também mas, e, fundamentalmente porque o que acho é irrelevante para a Comunicação Social, o que mais me agrada têm de ser mesmo os directos.
Mas o que eu pensava era que os directos serviam, na sua essência, para informar as pessoas sobre algo verdadeiramente pertinente e de interesse público inquestionável. Afinal enganei-me. Se o lapso foi meu, pouco mais me resta do que, e, com toda a humildade que me for permitida, vos pedir as mais sinceras desculpas. Se não tiver sido esse o caso, bom, fico a matutar sobre o sentido de algumas das palavras proferidas pela Maitê Proença relativamente aos portugueses e que tanta polémica suscitaram recentemente,
Aproveitaria também e, porque o assunto assim puxou para esse lado, para vos fazer uma questão. Será o Scolari vidente? Afinal ele bem que dizia naquele célebre reclame da CGD: «Pingolim é Matraquilhos.»; «Aero-Moça é Hospedeira»; «Torcida é claque».
Seria isto um aviso aos portugueses?!... Saberia ele, já naquela altura, que o português é péssimo na aplicação dos termos correctos? Daí ter arquitectado o paralelismo entre conceitos linguísticos dissemelhantes, todavia, que querem dizer no seu sentido específico rigorosamente a mesma coisa?!...
Enfim… Nunca se há-de saber ao certo não é? Talvez seja mais provável vir um dia a descobrir se, efectivamente, algum conteúdo de uma, entre várias outras teorias da conspiração tem, de facto, algum fundamento…
Saudações muito, mas mesmo muito indeferidas a todos vós. (--,)